Fragmentação, multiplicidade e pastiche:
A estética pós-moderna na TV. Se há
arte na TV, há, portanto formas subversivas de representação na TV, ainda que
imersas na lógica do estímulo ao desejo infinito e na promessa de felicidade
continuamente adiada pelo mercado. O discurso televisual está longe de ser um
todo monolítico, impermeável.
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