sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Fragmentação, multiplicidade e pastiche: 
A estética pós-moderna na TV. Se há arte na TV, há, portanto formas subversivas de representação na TV, ainda que imersas na lógica do estímulo ao desejo infinito e na promessa de felicidade continuamente adiada pelo mercado. O discurso televisual está longe de ser um todo monolítico, impermeável.

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